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Depois de tanto tempo sem publicar por aqui, próximo post trouxesse os vários assuntos represados nesse hiato. Foram muitos assuntos que poderia ter escrito, mas a falta de tempo me impediu de partilhar minhas abobrinhas com você. Bom vamos ao que interessa!

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Olá pessoal! Minha última semana foi de trabalho intenso e acabei nem conseguindo fazer uma nova publicação aqui no blog. O pior é que eu tinha já feito o texto sobre o programa do último domingo, mas outras preocupações acabaram me impedindo. Ao final do texto você poderá ver meus comentários sobre as apresentações dos artistas do time do Thiaguinho.

Antes, vamos falar do primeiro programa da terceira fase do Superstar. Nesta fase, tem-se o superfiltro. Três bandas de cada um dos técnicos se apresentam, totalizando nove apresentações, e três bandas são eliminadas. Além disso, tivemos alguns micos muito divertidos neste programa. Não deixe de ler sobre eles logo após a resenha das apresentações. Add a comment

Além do meu trabalho na minha área de formação, tenho algumas outras atividades que fazem parte da minha vida, e as faço com muito gosto e orgulho. Uma delas é o trabalho pastoral de comunicação para a Igreja Católica. Esse trabalho, obviamente, é voluntário. Sou coordenador da Pastoral da Comunicação do Santuário da Divina Misericórdia, em Vila Valqueire, e membro da coordenação vicarial do Vicariato Suburbano. A quem desconhece o significado dos termos, terei imenso prazer em explicar em novo post ou nos comentários, mas gostaria de manter o foco no tema central. E esta introdução já foi suficiente.

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Nesse domingo foi a vez das apresentações das bandas da Sandy. Apesar de nenhuma banda ter me empolgado com mais ênfase, o programa teve boas apresentações. Mais uma vez as bandas de rock representaram bem e, pra mim, a melhor da noite foi a Versalle. Add a comment

Olha a faca!

Olha o absurdo: você estuda em torno de 16 anos da sua vida para conseguir um diploma de graduação e poder competir no acirrado mercado de trabalho por uma oportunidade de emprego. Você consegue assinar a carteira, rala como um condenado, pega um trânsito infernal, paga caro nas contas de serviços básicos, como água e luz (e ainda assim há vezes em que você não pode contar com estes serviços), paga um imposto de renda altíssimo e ainda se vira pra poder garantir um pouco de conforto e diversão para sua vida. Afinal, você também é filho de Deus e tem direito a isso. É o mínimo!

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